Quem sou eu

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Luciana Soares, pedagoga, professora do ensino fundamental e médio, batista, mãe de três filhos e esposa de Fabiano Soares.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ó Jesus, manso e humilde de coração, ouve-me!
Livra-me, Jesus,
do desejo de ser estimado
do desejo de ser amado
do desejo de ser exaltado
do desejo de ser honrado
do desejo de ser louvado
do desejo de ser preferido a outros
do desejo de ser consultado
do desejo de ser aprovado

Livra-me, Jesus
do medo de ser humilhado
do medo de ser desprezado
do medo de ser repreendido
do medo de ser esquecido
do medo de ser ridicularizado
do medo de ser prejudicado
do medo de ser alvo de suspeitas

E Jesus, concede-me a graça de
que outros possam ser mais amados que eu
que outros possam ser mais estimados do que eu
que na opinião do mundo,
outros possam crescer e eu diminuir
que outros possam ser escolhidos e eu posto de parte,
que outros possam se louvados e eu passe despercebido
que outros possam ser preferidos a mim em tudo
que outros possam tornar-se mais santos do que eu
contanto que eu me torne tão santo quanto devo ser.


Desconhecido

sábado, 25 de setembro de 2010

Política e iniquidade

Os rumos da política e a apatia cristã


Leis que institucionalizam o pecado, que agridem a palavra de Deus, que ignoram a preservação à família; autoridades comprometidas com a iniquidade cercando toda a nossa sociedade, desviando desde as crianças nas escolas com inserção de conceitos espúrios à ampla promoção da imoralidade sob o véu dos direitos humanos, da inclusão, da "tolerância", manipulando as massas com esmolas federais; toda uma nação tomando o rumo da permissividade e degeneração espiritual e nós povo de Deus alienados, achando que política é coisa do diabo ou se deixando manipular pelas falácias sem perceber o que nos espreita. Quando acordaremos desta dormência, será preciso ver-nos amordaçados, cerceados do direito de pregar o evangelho e denunciar o pecado? até onde irá nossa conivência passiva?Quanto tempo ainda permaneceremos na platéia enquanto as hostes da iniquidade desfilam no palco do nosso pais?
Precisamos dizer não enquanto nos é dado o direito, precisamos mobilizar-nos enquanto não nos imobilizarem, precisamos enxergar o que não pode ser percebido pelos naturais, nos posicionar a favor da palavra de Deus como fizeram os primeiros cristãos ainda que diante do rugir de famintos leões.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Eu

Tenho fases como a lua, oscilo entre a euforia e o tédio, entre o estress e o bom humor; ás vezes sou madura, ás vezes infantil; há dias em que sou doce, outros em que sou áspera, quase hostil; há momentos em que a coragem me eleva, noutros a insegurança me abate; há dias de estar sozinha e dias de multidão; situações em que sou generosa e outras em que me considero mesquinha; dias de chorar por qualquer coisa e dias de ser dura como pedra; às vezes sou confiante, independente, determinada, outras sou frágil, desejo colo, proteção,cuidado. Acho que sou igual a todo mundo e sempre soube lá no fundo que necessitava de uma mão poderosa que segurasse a minha, de alguém mais forte e que me guiasse em meio ás tempestades, que me consolasse nos momentos de tristeza e diante dos obstáculos me ajudasse a continuar. Todos necessitam de alguém que os compreenda, de alguém que os ame incondicionalmente, de alguém que lhes confira o sentido do existir e até bater na porta certa só Deus sabe tudo o que vivi. Mas em JESUS eu encontrei tudo isso e muitas coisas mais que eu ainda tô descobrindo, encontrei o pote de ouro no fim do arco-íris que muitos passam a vida procurando e tantos morrem sem encontrar. Em Jesus encontrei meu lugar e não há outro em que eu queira estar senão debaixo da sua sombra.


Luciana soares .

A PARÁBOLA DA PÉROLA



Uma das minhas parábolas favoritas é a da pérola; Mateus 13. 45 – 46 relata:

“Outrossim o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas; e, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou”.

Essa parábola me ajuda a meditar nas horas de tentação, desânimo e provação em porque vale a pena continuar buscando a vontade de Deus, quando seria bem mais fácil desistir, quando seria mais fácil deixar-me dominar palas paixões; porque abrir mão de algumas coisas que nem mesmo acredito que desagradem a Deus, simplesmente para não entristecer, não escandalizar, não fazer tropeçar a alguns... e então vem as palavras de Paulo; “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.

Meditando nessa parábola e nesse mercador eu olho para mim, pra o meu anseio desesperado de encontrar algo que nem mesmo sabia explicar, algo de maior valor que tudo que eu tinha ou que tivesse experimentado e até ali não havia me satisfeito, não preenchia, não era suficiente; eu queria, precisava, desejava algo maior, algo que desse significado a minha vida, algo tão precioso que me levasse a dizer: - “Eu vivo por causa disto!” Pois minha existência em si mesma era vazia, sem sentido, me faltava algo, e algo muito grande, pois imenso era o abismo em mim. Assim como eu, este mercador ao longo de sua busca por pérolas preciosas deve ter adquirido várias, sem que nenhuma o tenha satisfeito, o tenha levado a concluir: - Esta é “A Pérola”, vivi até aqui somente para encontrá-la! E sai-se por aí experimentando, apaixonando-se, embriagando-se, buscando o êxtase nas coisas efêmeras, o esplendor das pérolas falsas ou de menor valor, até que um dia a porta é aberta, e diante dela acende-se em nós um misto de surpresa, medo, insegurança, felicidade profunda e principalmente o impulso irresistível de abraçá-la, de não largá-la por nada, não afastar dela para não correr o risco de perder o caminho e nunca mais encontrar; a simples visão da “pedra” te faz chorar, as respostas estão todas lá, o amor que se desejou tanto, a paz que enche a alma, o porquê de muitos vales e de muitos espinhos, de muitos choros e muitos risos. Sua vida toda está ali, e passa diante de você como num filme, e enfim é-lhe revelado o sentido, são lhe abertos os olhos e a visão é tão profunda e magnífica que rompe com as convicções, as concepções e tudo o que você foi e fez até ali é miserável, raquítico, diante do valor do reino que lhe foi aberto. Cristo é a minha pérola e ainda que seja gritante a escala de valor entre a sua santidade e a minha fraqueza,a sua divindade e a minha humanidade, vivo nesse processo de a cada dia desfazer-me de tudo, para obtê-lo, para abraçá-lo, para tê-lo junto a mim e poder contemplar seu brilho, seu valor, poder caminhar com ele, fazer a sua vontade, buscar a sua glória; afinal de contas, ele me ofereceu “A Pérola verdadeira” e tudo mais é de menor valor!



Luciana Alves Silva Soares